Vale (VALE3), Axia (Axia3) e outros 11 papéis da Monte Bravo para setembro
Monte Bravo zerou posições em Aura Minerals, Nvidia e Alphabet e elevou Vale, Suzano e Mercado Livre para setembro. Veja os 13 papéis recomendados.
A Monte Bravo divulgou sua carteira recomendada para setembro, com 13 papéis, incluindo Vale (VALE3), Axia (Axia3) e outros destaques. A principal mudança foi a zeragem das posições em Aura Minerals (AURA33), Nvidia (NVDC34) e Alphabet (GOGL34), que somavam 17,5% da carteira. No lugar, entrou o IVVB11, um ETF que replica o S&P 500.
O movimento reflete a busca por diversificação: a corretora zerou Nvidia e Alphabet após a redução do potencial de valorização, dado o desempenho recente, e preferiu uma exposição mais ampla ao mercado norte-americano via IVVB11, que mantém o acesso com menor risco específico. Já a saída de AURA33 veio após análise do cenário geopolítico e da alta dos juros reais nos EUA, que pressionaram o preço do ouro, principal ativo da mineradora. A Monte Bravo reconheceu a perda do hedge em momento próximo às eleições, mas avaliou que a relação risco-retorno piorou.
Ao mesmo tempo, a corretora elevou o peso de Vale (VALE3), Suzano (SUZB3) e Mercado Livre (MELI34), que passaram de 5% para 7,5% cada. O motivo: as três empresas têm receita ou preço atrelados ao dólar, e a equipe de análise está confortável com as teses, beneficiando-se do câmbio atual. Para quem acompanha a carteira, a mudança sinaliza aposta em exportadoras e em companhias expostas à moeda americana, em vez de techs de crescimento.
A lista completa inclui ainda Axia (Axia3), entre outros papéis carteira recomendada setembro. A divisão da carteira é feita em três categorias, mas a fonte original não detalha os percentuais de cada uma. Investidores que buscam renda variável podem usar a seleção como referência, lembrando que decisões devem considerar perfil e objetivos como montar carteira de ações.
A Monte Bravo não detalhou o peso do IVVB11 na carteira, mas a inclusão do ETF sugere uma estratégia de diversificação internacional, mantendo a exposição aos EUA sem o risco específico de ações individuais.