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BBAS3, KNPR11 e carteira BTG: revisões da semana

ResumoBBAS3, KNPR11 e carteira BTG receberam revisões na primeira semana de setembro. A XP reduziu o preço-alvo do BBAS3, enquanto a Kinea anunciou a saída do KNPR11 da B3. O BTG ajustou sua carteira recomendada. As mudanças refletem expectativas de mercado e alterações na composição de ativos.

A primeira semana de setembro trouxe revisões relevantes na bolsa: XP cortou o preço-alvo do BBAS3, Kinea anunciou saída do KNPR11 da B3 e BTG ajustou sua carteira. Confira os detalhes.

Caetano Vidal
Caetano Vidal Analista de criptoativos · 05 de setembro de 2026
BBAS3, KNPR11 e carteira BTG: revisões da semana

A primeira semana de setembro trouxe revisões relevantes na bolsa brasileira. A XP Investimentos cortou o preço-alvo do Banco do Brasil (BBAS3) para R$ 21, o que representa potencial de queda de 1,2% ante o fechamento de R$ 21,26, mantendo a recomendação neutra. O movimento ocorre após o papel saltar mais de 20% em meio ao 'trade' eleitoral, mas com a situação do banco ainda complicada.

Na avaliação dos analistas, o ambiente melhorou com a MP 1.376, que serviu como alívio para produtores endividados, o que pode melhorar a qualidade dos ativos e reduzir o custo de risco nos próximos trimestres.

Outro destaque foi o Kinea Premium Properties (KNPR11), que informou que suas cotas deixarão de ser negociadas na B3 a partir de 21 de setembro de 2026. A medida integra o processo de encerramento do fundo, com vencimento previsto para o fim de 2026. Segundo a Kinea, o fundo já vendeu parcela substancial dos ativos e se prepara para devolver os recursos remanescentes aos cotistas.

O BTG Pactual também ajustou sua carteira recomendada para setembro. O banco retirou Copasa (CSMG3) e incluiu Sanepar (SAPR11) e Sabesp (SBSP3). A Sabesp teve resultados pressionados por maiores despesas de marketing e call center, com queda de cerca de 15% nas ações. Apesar disso, a expectativa é de que a companhia mostre seu potencial sustentável em 2027, sendo uma das principais apostas para os próximos 6 a 12 meses.

A XP ainda avalia que as teses de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3) seguem pressionadas, com a CSN acumulando queda de cerca de 28% no ano. A corretora acredita que os motores de geração de caixa do grupo se tornaram menos favoráveis, com fundamentos mais fracos do minério de ferro. A empresa deve cumprir suas obrigações com um plano de financiamento, que será o mandato de Fabio Schvartsman como novo CEO, substituindo Benjamin Steinbruch.

O cenário segue de atenção para investidores que buscam renda com dividendos, com revisões refletindo riscos fiscais e mudanças nas teses de investimento.

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