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Mini índice do Ibovespa pode cair mais? BTG aponta nível

O mini índice (WINV26) recuou 0,8% no último pregão, interrompendo a sequência recente de altas e sinalizando acomodação após semanas de valorização, segundo análise técnica do BTG Pactual. O contrato fechou em 188.500 pontos, com máxima de 189.750 e mínima de 186.895.

O que mudou foi o curto prazo. No gráfico de 60 minutos, o contrato passou a operar abaixo das médias de 21 e 50 períodos, em 188.304 e 188.371 pontos. Essas regiões, que antes serviam de piso, agora funcionam como resistências imediatas.

A média de 200 períodos, em 177.779 pontos, segue inclinada para cima e sustenta a estrutura de alta no médio prazo. O IFR horário recuou para a faixa entre 37 e 45, afastando-se da sobrecompra e abrindo espaço para nova pressão vendedora no curto prazo.

O BTG aponta que, se o mini índice não recuperar a região de 188.300 pontos nas próximas sessões, aumenta a probabilidade de correção mais profunda, com possível movimento em direção aos 186.000 pontos. A tendência indicada pelo banco permanece de alta no longo, médio e curto prazo.

Os suportes estão em 187.560, 186.615, 185.670 e 184.730 pontos. As resistências aparecem em 189.440, 190.385, 191.330 e 192.270 pontos.

No mini dólar (WDOV26), o pregão terminou com alta de 0,26%, aos 5.127,50 pontos, em sessão de oscilação contida. O contrato opera abaixo das médias de 21 e 50 períodos, em 5.130,50 e 5.133,50, apontadas como resistências imediatas. A média de 200 períodos, em 5.177,50, reforça a pressão vendedora estrutural no curto prazo.

O IFR está em zona neutra, sem indicar esgotamento ou impulso direcional claro. Uma superação consistente de 5.133,50 poderia abrir espaço para teste em 5.177,50. As resistências são 5.153, 5.179, 5.204,50 e 5.230 pontos; os suportes, 5.102, 5.076, 5.050,50 e 5.025 pontos.

Bianca Solano
Repórter de finanças pessoais
Repórter de finanças pessoais.
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