Economia

Witzel desiste de candidatura e apoia Garotinho no Rio

ResumoWilson Witzel desistiu da candidatura ao governo do Rio de Janeiro e declarou apoio à pré-candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos). A decisão, confirmada à TV Globo, une forças da centro-direita para levar Garotinho ao segundo turno contra Eduardo Paes (PSD). A aliança busca consolidar uma alternativa eleitoral no estado.

O ex-governador Wilson Witzel desistiu de disputar o governo do Rio e anunciou apoio à pré-candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos). A decisão, confirmada à TV Globo, une forças da centro-direita para levar Garotinho ao segundo turno contra Eduardo Paes (PSD).

Bianca Solano
Bianca Solano Repórter de finanças pessoais · 01 de agosto de 2026
Witzel desiste de candidatura e apoia Garotinho no Rio

Witzel desiste de candidatura e anuncia apoio a Garotinho no Rio

O ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel desistiu de disputar o governo do estado nas eleições deste ano e anunciou apoio à pré-candidatura do também ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos). A decisão foi confirmada por Witzel à TV Globo neste sábado. A mudança de rota ocorre após Witzel ter lançado oficialmente sua pré-candidatura em 8 de julho, pelo Democratas, marcando o retorno à disputa após recuperar os direitos políticos perdidos com o impeachment de 2021.

O que muda na disputa pelo Palácio Guanabara

Segundo Witzel, a estratégia é unir forças no campo da centro-direita para fortalecer a candidatura de Garotinho. O ex-governador afirmou que o objetivo é levar o candidato do Republicanos ao segundo turno para enfrentar o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD). A decisão também busca superar o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas (PL), que é apontado como possível candidato ao Palácio Guanabara.

Por que Witzel recuou?

A decisão representa uma guinada na estratégia política de Witzel. Em 8 de julho, ele havia lançado oficialmente sua pré-candidatura ao governo pelo Democratas, marcando o retorno à disputa eleitoral após recuperar os direitos políticos perdidos com o impeachment de 2021. Na ocasião, Witzel defendeu a retomada de políticas de sua gestão e fez um discurso de oposição ao atual cenário político do estado.

O que significa para o eleitor fluminense

Para quem acompanha a política do Rio, a união de Witzel e Garotinho altera o tabuleiro eleitoral. A centro-direita, que antes se dividia em múltiplas pré-candidaturas, agora concentra forças em um nome. Isso pode reduzir a fragmentação de votos e aumentar a chance de levar a disputa para o segundo turno. No entanto, a aliança também levanta dúvidas sobre a viabilidade eleitoral de Garotinho, que enfrenta rejeição histórica em parte do eleitorado.

Impacto na corrida contra Eduardo Paes

Com a desistência de Witzel, o cenário para o segundo turno fica mais definido. Eduardo Paes (PSD) segue como principal nome da centro-esquerda, enquanto Garotinho tenta consolidar a centro-direita. A decisão de Witzel pode ser decisiva para evitar que Douglas Ruas (PL) cresça e divida o campo conservador. Resta saber se o apoio de Witzel terá peso real nas urnas ou se será apenas simbólico.

Perguntas Frequentes

Witzel confirmou oficialmente a desistência?

Sim, Witzel confirmou a desistência à TV Globo neste sábado, anunciando apoio à pré-candidatura de Garotinho.

Qual é a estratégia de Witzel ao apoiar Garotinho?

Segundo Witzel, a estratégia é unir forças no campo da centro-direita para fortalecer a candidatura de Garotinho e levá-lo ao segundo turno.

Quem é o principal adversário de Garotinho no segundo turno?

O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) é o principal nome apontado para enfrentar Garotinho em um eventual segundo turno.

O que mudou desde o lançamento da pré-candidatura de Witzel?

Witzel lançou sua pré-candidatura em 8 de julho pelo Democratas, mas agora desistiu para apoiar Garotinho, representando uma guinada na sua estratégia política.

Douglas Ruas ainda pode ser candidato?

Douglas Ruas (PL), presidente da Alerj, é apontado como possível candidato ao Palácio Guanabara, mas a decisão de Witzel pode impactar sua viabilidade.

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