Quaest: Lula 36% e Flávio Bolsonaro 29% no 1º turno; 2º turno empata
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 29% das intenções de voto no principal cenário de primeiro turno. Lula recuou 1 ponto ante os 37% do levantamento anterior, de 2 de agosto, enquanto Flávio Bolsonaro se manteve com 29%. O cenário segue acirrado para o segundo turno, onde ambos aparecem empatados tecnicamente com 41%.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente perdeu 1 ponto, indo de 42% para 41%, e o senador manteve os 41%. Com margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, o empate técnico persiste. Nesse cenário, 13% declararam voto em branco, nulo ou que não votariam, e 5% seguem indecisos.
No primeiro turno, Augusto Cury (Avante) aparece com 8%, queda de 2 pontos ante os 10% anteriores, mantendo a terceira posição. Renan Santos (Missão) segue com 3%, Ronaldo Caiado (PSD) subiu de 1% para 3%, e Romeu Zema (Novo) foi de 1% para 2%. Samara Martins (UP) manteve 1%. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar passaram de 7% para 8%, enquanto os indecisos caíram de 11% para 10%.
Em outros cenários de segundo turno, Lula venceria Zema por 44% a 33%, bateria Caiado por 41% a 38% e teria vantagem de 42% a 37% sobre Renan Santos. Contra Augusto Cury, o presidente teria 39% a 35%. A pesquisa também indica que 71% dos eleitores já definiram o voto no primeiro turno, e 29% ainda podem mudar de escolha.
Na avaliação de governo, 50% desaprovam e 43% aprovam a gestão Lula, com 7% de não souberam ou não responderam. A avaliação negativa é de 38%, positiva de 34% e regular de 25%. O levantamento ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre quinta-feira (3) e domingo (6), com margem de erro de 2 pontos e confiança de 95%. O registro no TSE é BR-01720/2026.
Para o investidor, o cenário eleitoral acirrado tende a amplificar a volatilidade nos mercados, especialmente em ativos sensíveis a juros. Quem tem posição em renda fixa pode observar oscilações nas taxas, mas o juro composto não perdoa: manter o horizonte de longo prazo costuma ser mais eficaz do que reagir a cada pesquisa. Cenário eleitoral e impacto nos juros