PF monta esquema para proteger presidenciáveis com drones, blindados e kit antibomba
A Polícia Federal monta esquema inédito de segurança para presidenciáveis nas eleições de 2026, com drones, blindados e kit antibomba. Entenda como funciona a proteção.
PF monta esquema para proteger presidenciáveis com drones, blindados e kit antibomba
A Polícia Federal prepara um esquema inédito de segurança para os presidenciáveis nas eleições de 2026. O plano inclui drones de vigilância, veículos blindados e kits antibomba, conforme apurou a CNN Brasil. A medida visa proteger os candidatos contra ameaças como atentados e explosivos, em um cenário de polarização política.
Como funciona o esquema de segurança da PF para presidenciáveis
A PF monta esquema para proteger presidenciáveis com drones, blindados e kit antibomba. O plano prevê o uso de aeronaves não tripuladas para monitoramento aéreo, veículos blindados para transporte dos candidatos e kits antibomba para detecção e neutralização de explosivos. A segurança será reforçada em comícios, carreatas e eventos públicos.
Drones na segurança dos candidatos
Os drones serão usados para vigilância aérea, com capacidade de transmitir imagens em tempo real para a central de comando da PF. Eles podem identificar suspeitos, veículos e objetos em áreas de risco. A tecnologia já é empregada em grandes eventos, como a Copa do Mundo e a Rio+20.
Blindados para proteção dos presidenciáveis
Os veículos blindados serão utilizados para transportar os candidatos em deslocamentos de alto risco. Eles contam com proteção balística nível III, capaz de resistir a disparos de fuzis. A PF também dispõe de carros blindados para escolta e apoio tático.
Kit antibomba: como funciona
O kit antibomba inclui equipamentos como detectores de metais, aparelhos de raio-X, robôs para desativação de explosivos e roupas blindadas para os bombeiros. A PF treina equipes especializadas em desarmamento de bombas, que atuam em casos de ameaça.
Ameaças e contexto político
O esquema foi montado após o aumento de ameaças a políticos, como o atentado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018 e o assassinato da vereadora Marielle Franco em 2018. A PF também considera o risco de ataques com drones, explosivos e armas de fogo.
Comparação com eleições anteriores
Em 2022, a PF já havia reforçado a segurança dos candidatos, mas o plano atual é mais robusto. Naquele ano, foram usados drones e blindados, mas sem a abrangência do kit antibomba. A diferença reflete a evolução das ameaças e a resposta da corporação.
Custo e logística do esquema
O custo do esquema não foi divulgado oficialmente, mas estimativas apontam para milhões de reais. A PF conta com orçamento da União e parcerias com órgãos estaduais. A logística envolve a distribuição de equipes em todo o país, com base nas agendas dos candidatos.
Perguntas Frequentes
Quem coordena o esquema de segurança?
A coordenação é da Polícia Federal, com apoio da Secretaria de Segurança Pública e do Gabinete de Segurança Institucional.
Os candidatos podem recusar a proteção?
Sim, mas a PF recomenda a adesão para garantir a segurança. Em caso de recusa, o candidato assume os riscos.
O esquema será igual para todos os candidatos?
Sim, todos os presidenciáveis com registro no TSE terão direito ao mesmo nível de proteção.
Como os drones são controlados?
Os drones são operados por pilotos certificados da PF, com autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O kit antibomba é usado em outros países?
Sim, países como EUA e França usam kits similares para proteger líderes políticos.
Qual o prazo de implementação?
O esquema começa a ser montado 30 dias antes do primeiro turno, em agosto de 2026.