Economia

ANP aprova 24 blocos de petróleo da Bacia Potiguar

ResumoA Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou 24 blocos exploratórios terrestres na Bacia Potiguar. As áreas aprovadas destinam-se a futuros ciclos da Oferta Permanente, após a conclusão do 6º leilão. A decisão amplia o potencial de exploração de petróleo e gás na região nordeste do Brasil.

A ANP aprovou 24 novos blocos exploratórios na porção terrestre da Bacia Potiguar. Áreas podem entrar em futuros ciclos da Oferta Permanente após o 6º leilão.

Bianca Solano
Bianca Solano Repórter de finanças pessoais · 07 de setembro de 2026
ANP aprova 24 blocos de petróleo da Bacia Potiguar

A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou na sexta-feira, 4, a indicação de 24 novos blocos exploratórios na porção terrestre da Bacia Potiguar. As áreas poderão ser incluídas em futuros ciclos da Oferta Permanente de Concessão (OPC), informou a agência.

A liberação não é imediata. Os blocos indicados só poderão ser disponibilizados para oferta após o 6º ciclo da OPC, previsto para o próximo dia 7 de outubro.

Entre as áreas aprovadas está o bloco POT-T-551, que contempla a região da cidade de Tabuleiro do Norte, no Ceará. Lá, foi relatada a ocorrência de fluido já confirmado como petróleo pelo Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas da ANP (CPT/ANP). A descoberta aconteceu depois que um agricultor perfurou o terreno em busca de água e encontrou um líquido escuro.

Os 24 blocos ainda precisarão cumprir etapas antes de irem a leilão. Entre elas, análise ambiental e emissão de Manifestação Conjunta do Ministério de Minas e Energia (MME) e do Ministério do Meio Ambiente e do Clima (MMA), além da realização de audiência pública.

Para quem acompanha o setor, o movimento indica que a ANP segue ampliando o portfólio terrestre da Bacia Potiguar, uma das mais tradicionais do país. A confirmação de petróleo em Tabuleiro do Norte, no Ceará, reforça o potencial da região, mas o caminho até a produção ainda depende de licenciamento e de novos ciclos de oferta.

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