Acordo com Tereza Cristina para vice de Flávio Bolsonaro não avançou, afirma Valdemar
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o acordo com Tereza Cristina para ser vice de Flávio Bolsonaro não avançou. A senadora optou por disputar a Presidência do Senado. Valdemar aposta que Jair Bolsonaro dará a última palavra na escolha da chapa presidencial.
Acordo com Tereza Cristina para vice de Flávio Bolsonaro não avançou, afirma Valdemar
O acordo para Tereza Cristina (PP-MS) ser vice de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não avançou, segundo Valdemar Costa Neto. A senadora informou que disputará a Presidência do Senado. Valdemar acredita que Jair Bolsonaro dará a última palavra na escolha da chapa presidencial.
O impasse na escolha da vice de Flávio Bolsonaro
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta terça-feira (21) não ter conseguido chegar um acordo para que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) seja a vice de chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. A declaração foi feita em entrevista à CNN Brasil, após reunião com a parlamentar.
"Não houve acordo, ela me disse hoje terça-feira que é candidata à Presidência do Senado, que ela vai disputar a Presidência do Senado e que esse é o objetivo dela", declarou Valdemar.
O papel de Jair Bolsonaro na decisão
Valdemar disse acreditar que quem dará a última palavra na escolha será o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para Costa Neto, Bolsonaro tem um faro político que já foi demonstrado quando decidiu que Tarcísio de Freitas (Republicanos) disputaria o governo de São Paulo em 2022. A experiência do ex-presidente em montar chapas vitoriosas pesa na estratégia do PL.
Por que a escolha da vice importa para o eleitor
Flávio já sinalizou a intenção de escolher uma mulher para o posto, de olho no eleitorado feminino. Valdemar defendia o nome de Tereza Cristina, com o argumento de que agregaria votos. Outros nomes ventilados são da administradora Daniella Marques e da deputada Simone Marquetto (PP-SP). A definição da chapa impacta diretamente as alianças políticas e as propostas que chegarão ao eleitor.
Alternativas na mesa
Com o recuo de Tereza Cristina, o PL precisa reavaliar o cenário. Daniella Marques, que já atuou no governo Bolsonaro, e Simone Marquetto, deputada federal, são opções que podem atrair diferentes segmentos do eleitorado. A escolha final pode influenciar a percepção do público sobre a chapa.
As alianças em construção
O dirigente do PL reafirmou a intenção de buscar apoio de outros partidos ao nome de Flávio. "Temos várias coligações com o PP nos Estados. Temos muitas coisas com PP, União Brasil. Temos muitas alianças nos Estados com Republicanos. Estamos conversando com Podemos. Pessoal de Minas está conversando com o PSDB", continuou. A articulação partidária é peça-chave para viabilizar a candidatura.
O impacto das alianças regionais
As coligações estaduais já existentes facilitam a construção de uma base sólida para a campanha. O PP, União Brasil, Republicanos e Podemos são parceiros estratégicos. A conversa com o PSDB em Minas Gerais pode ampliar o arco de alianças e fortalecer a chapa em um estado decisivo.
A volta de Eduardo Bolsonaro ao Brasil
Valdemar Costa Neto disse ainda acreditar que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) retornará ao Brasil em janeiro, caso haja uma vitória de Flávio e seja feita uma anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023. A expectativa é que o retorno ocorra em um cenário de estabilidade política.
Perguntas Frequentes
Por que Tereza Cristina recusou ser vice?
Tereza Cristina informou a Valdemar Costa Neto que disputará a Presidência do Senado, o que inviabilizou o acordo para ser vice de Flávio Bolsonaro.
Quem decide a vice de Flávio Bolsonaro?
Valdemar Costa Neto afirmou que acredita que Jair Bolsonaro dará a última palavra na escolha da chapa presidencial.
Quais são os outros nomes para vice?
Outros nomes ventilados são da administradora Daniella Marques e da deputada Simone Marquetto (PP-SP).
Quais partidos apoiam Flávio Bolsonaro?
O PL busca apoio de PP, União Brasil, Republicanos, Podemos e PSDB, segundo Valdemar Costa Neto.
Quando Eduardo Bolsonaro pode voltar ao Brasil?
Valdemar Costa Neto acredita que Eduardo Bolsonaro retornará em janeiro, caso haja vitória de Flávio e anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023.