# Chave fácil de copiar rouba bitcoins; veja notícias mais lidas

> A Coldcard, carteira física de bitcoin, apresentou fragilidade de mais de cinco anos que permitia a cópia de chaves privadas criadas com molde convencional. A vulnerabilidade expôs usuários em diversos países, incluindo o Brasil, que figurou entre os mais afetados. A falha comprometeu a segurança de fundos digitais, exigindo atenção imediata de detentores da carteira.

*Mercado Valor · Investimentos · 10 de agosto de 2026 · Caetano Vidal*

A Coldcard, carteira física de bitcoin, teve fragilidade de mais de cinco anos exposta. Chave criada com molde convencional podia ser copiada. Brasil entre os países mais expostos. Veja as notícias mais lidas.

## Chave fácil de copiar e roubar seus bitcoins: veja as notícias mais lidas no Crypto Times

A Coldcard, uma das carteiras físicas de bitcoin (BTC) mais populares, teve uma fragilidade de mais de cinco anos exposta pela própria empresa e por agências de auditoria. O problema: o chaveiro que criou a chave da porta do banco usou um molde convencional e facilmente replicável. Uma cópia malfeita poderia abrir o cofre.

## O que aconteceu com a Coldcard e por que isso afeta você

Em termos simples, a falha está na geração das chaves. Se o molde é previsível, um atacante pode reproduzir a chave sem ter acesso físico ao dispositivo. A própria desenvolvedora orientou que os usuários movessem suas moedas para endereços mais seguros após a exposição.

Essa fragilidade atinge carteiras específicas, enviadas a países diferentes. E um dos países mais expostos é o Brasil. Para quem guarda bitcoin em carteira física, o caso serve de alerta: nem todo hardware wallet é à prova de falhas, e a recomendação de migrar fundos deve ser levada a sério.

## Como se proteger após a exposição da Coldcard

Se você usa uma Coldcard, o primeiro passo é verificar se o seu modelo está entre os afetados. A orientação da desenvolvedora é clara: mover os bitcoins para endereços seguros. Isso significa gerar novas chaves em um dispositivo confiável e transferir os fundos antes de continuar usando a carteira.

Para quem ainda não usa carteira física, a lição é dupla: a segurança depende tanto do hardware quanto da forma como as chaves são geradas. Um molde previsível anula a proteção física.

## Strategy vende US$ 104 milhões em bitcoin

A Strategy fez nova venda de bitcoins no valor de US$ 104 milhões para financiar dividendos e recompra de ações. Segundo documento enviado à SEC, a CVM dos Estados Unidos, a empresa vendeu as moedas a um preço médio de US$ 63.957 por unidade.

A venda em si não é novidade no mercado, mas o preço médio chama atenção. Em um cenário de volatilidade, a empresa converteu parte do estoque em caixa para remunerar acionistas.

## BTG Pactual integra Mynt ao ecossistema do banco

O BTG Pactual anunciou que irá integrar a plataforma de criptomoedas Mynt ao ecossistema do banco. A plataforma, lançada em 2022, será englobada pelo BTG, com produtos e serviços relacionados passando a fazer parte da estrutura do banco.

Para o investidor, a mudança pode significar mais integração entre a conta bancária tradicional e os ativos digitais, reduzindo atritos no acesso a cripto.

## Bitcoin a US$ 100 mil? CIO da Hashdex vê bear market de dois meses

Samir Kerbage, Chief Investment Officer (CIO) da Hashdex, foi o entrevistado do Money Minds desta semana. A visão dele: mais dois meses de bear market, seguidos de três anos de recuperação. O cenário não é de colapso, mas de paciência.

Kerbage não crava um preço específico, mas a projeção de recuperação em três anos sugere que o ciclo atual ainda tem espaço para correção antes de uma nova alta consistente.

## Méliuz aprova recompra de 10% das ações

O bitcoin voltou a pressionar o balanço do Méliuz (CASH3), mas a empresa aprovou recompra de 10% das ações. Desconsiderando o efeito do criptoativo, o lucro líquido ajustado somou R$ 9,7 milhões, alta de 14% na comparação anual.

O caso mostra como a exposição a bitcoin pode distorcer resultados operacionais. Para o acionista, o número ajustado é o que importa para avaliar a saúde do negócio.

## SELIC em 14%: repercussão da decisão sobre os juros

A decisão sobre a SELIC em 14% repercutiu no mercado. O impacto nos juros afeta diretamente o apetite por ativos de risco, incluindo criptomoedas. Quando a taxa sobe, o custo de oportunidade de segurar bitcoin aumenta.

## Perguntas Frequentes

### A Coldcard é segura para guardar bitcoin?

A Coldcard teve uma fragilidade exposta, e a própria desenvolvedora recomendou que usuários movessem moedas para endereços mais seguros. A segurança depende do modelo e da forma como as chaves foram geradas.

### Quais carteiras físicas são afetadas?

A fonte não especifica modelos exatos, mas indica que carteiras específicas enviadas a países diferentes foram atingidas, com o Brasil entre os mais expostos.

### O que fazer se eu uso uma Coldcard?

A orientação da desenvolvedora é mover os bitcoins para endereços mais seguros. Gere novas chaves em um dispositivo confiável e transfira os fundos.

### Como a Strategy vendeu bitcoins a US$ 104 milhões?

A empresa vendeu a um preço médio de US$ 63.957 por unidade, segundo documento enviado à SEC. O valor total foi de US$ 104 milhões.

### O que é o Mynt do BTG Pactual?

É uma plataforma de criptomoedas lançada em 2022, que será integrada ao ecossistema do BTG Pactual.

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Fonte (canonical): https://mercadovalor.com.br/investimentos/uma-chave-facil-copiar-roubar-seus-bitcoins-veja-noticias-mais-lidas-crypto-time/
