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Tipos fundos investimento: 6 opções para começar em 2025

ResumoFundos de investimento reúnem capital de múltiplos investidores para alocação em ativos diversificados. Renda fixa, multimercado, ações, cambial, imobiliário e ETF são seis tipos comuns para iniciar em 2025. Cada categoria apresenta perfil de risco e retorno distintos, adequando-se a diferentes objetivos financeiros.

Fundos de investimento reúnem recursos de vários investidores para aplicar em ativos variados. Renda fixa, multimercado, ações, cambial, imobiliário e ETF são os 6 tipos mais comuns. Cada um tem riscos e objetivos diferentes.

Bianca Solano
Bianca Solano Repórter de finanças pessoais · 02 de julho de 2026
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Escolher um fundo de investimento pode parecer um labirinto de siglas e taxas. Mas a lógica é simples: cada tipo de fundo tem um objetivo, um risco e um conjunto de ativos. Conhecer os 6 principais tipos de fundos de investimento ajuda a decidir onde colocar o dinheiro sem sustos.

1. Fundos de renda fixa

São os mais procurados por quem busca segurança. Aplicam a maior parte do patrimônio em títulos públicos (como Tesouro Direto) ou privados (CDBs, debêntures). O risco de perda é baixo, e a rentabilidade costuma acompanhar o CDI ou o IPCA. Indicado para reserva de emergência ou objetivos de curto prazo. Na classificação da Anbima, dividem-se em "referenciado" (atrelado a um índice) e "geral" (mais liberdade na carteira).

2. Fundos multimercado

Apostam em várias classes de ativos ao mesmo tempo: ações, câmbio, juros, commodities. O gestor tem liberdade para mudar a composição conforme o cenário. O risco é médio, e a rentabilidade pode superar a da renda fixa em anos bons, mas também pode amargar perdas. Em 2022, por exemplo, muitos multimercados perderam dinheiro com a alta dos juros. São para quem aceita volatilidade em troca de potencial de ganho.

3. Fundos de ações

Investem pelo menos 67% do patrimônio em ações negociadas em bolsa. O risco é alto, e a rentabilidade acompanha o sobe e desce do mercado. Indicados para quem tem horizonte de longo prazo (5 anos ou mais) e tolerância a oscilações. Em 2023, o Ibovespa subiu 22%, mas em 2020 caiu 15%, quem entrou perto do pico precisou de paciência.

4. Fundos cambiais

Expostos a moedas estrangeiras, principalmente o dólar. O objetivo é proteger o patrimônio da desvalorização do real ou especular com a variação cambial. O risco é médio-alto, e a rentabilidade depende do câmbio. Em 2020, o dólar subiu 29% frente ao real; em 2023, caiu 8%. Não são para quem busca previsibilidade.

5. Fundos imobiliários (FIIs)

Investem em imóveis físicos (galpões, lajes corporativas, shoppings) ou em títulos imobiliários (CRI, LCI). Distribuem periodicamente os aluguéis ou juros recebidos. O risco é moderado, e a rentabilidade vem de dividendos e da valorização das cotas. Em 2024, o IFIX (índice de FIIs) subiu cerca de 6%, com dividend yield médio de 9% ao ano. Exigem atenção à liquidez e à vacância dos imóveis.

6. ETFs (fundos de índice)

Replicam a carteira de um índice de referência, como Ibovespa, S&P 500 ou CDI. São negociados em bolsa como ações, com taxas baixas (em média 0,2% a 0,5% ao ano). Ideais para quem quer exposição diversificada sem escolher ativos um a um. O ETF BOVA11, por exemplo, replica o Ibovespa com taxa de 0,3% ao ano, muito menor que a de um fundo ativo de ações.

Como escolher o tipo certo?

Não existe um melhor para todos. Comece pelo objetivo: prazo curto pede renda fixa; longo prazo, ações ou multimercado. Se quer renda mensal, fundos imobiliários são opção. Para proteção cambial, fundo cambial. E, para custo baixo e simplicidade, ETF. Sempre verifique a taxa de administração e o histórico de rentabilidade, eles fazem diferença no longo prazo.

FAQ

Quais são os tipos de fundos de investimento?

Os principais são: renda fixa, multimercado, ações, cambial, imobiliário e ETF. Cada um tem perfil de risco e objetivo diferente.

Qual o fundo mais seguro?

Fundos de renda fixa referenciados ao CDI ou ao IPCA são os mais conservadores, com baixo risco de perda.

Fundo multimercado é arriscado?

Sim, tem risco médio a alto, pois investe em várias classes. Pode ter perdas em anos de juros altos.

Qual fundo paga 1% ao mês?

Nenhum fundo garante 1% ao mês. Fundos imobiliários e multimercado podem atingir esse retorno em alguns meses, mas sem garantia.

ETF é igual a fundo de ações?

Não exatamente. ETF pode replicar índices de ações, renda fixa, commodities, entre outros. É um fundo negociado em bolsa.

Como saber o tipo de fundo pelo CNPJ?

Consulte a classificação no site da Anbima ou no próprio regulamento do fundo. A categoria consta no nome ou no documento.

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