Polícia alemã caça suspeito de ataque a marcha do Orgulho em Berlim
A polícia alemã caça um suspeito de 21 anos, identificado como Abdul B., por jogar um carro contra uma multidão no Tiergarten, em Berlim, durante a marcha do Orgulho LGBT+. O ataque de sábado (26) matou uma pessoa e feriu ao menos 17.
Polícia alemã caça suspeito de ataque a marcha do Orgulho em Berlim
As autoridades da Alemanha emitiram um aviso de busca por um suspeito de jogar um carro contra uma multidão no sábado (26) durante as comemorações do Orgulho LGBT+ no Tiergarten, principal parque da capital alemã, Berlim. O atentado matou uma pessoa e feriu ao menos outras 17 - algumas delas esfaqueadas. Segundo a polícia, o suspeito é um jovem de 21 anos identificado como Abdul B., com supostas ligações com grupos islâmicos.
A polícia alemã caça Abdul B., 21 anos, suspeito de jogar um carro contra uma multidão no Tiergarten, em Berlim, durante a marcha do Orgulho LGBT+ no sábado (26). O ataque matou uma pessoa e feriu ao menos 17. O suspeito tem ligações com grupos islâmicos e estava em detenção preventiva até maio de 2026.
Autoridades emitem alerta e intensificam buscas
"Os feridos estão sendo atendidos pelas equipes de resgate e estamos procurando intensamente as pessoas suspeitas do ocorrido", explicou um porta-voz da polícia. O porta-voz Florian Nath, em declaração ao jornal britânico The Guardian, afirmou: "O suspeito (...) é conhecido por nós como membro de círculos islamistas aqui em Berlim, e nossa busca por essa pessoa está avançando a toda velocidade". Ele completou: "Ainda não temos nenhuma informação sobre seus motivos específicos, a sequência exata dos eventos ou seu papel no próprio crime".
Suspeito já tentou se juntar ao Estado Islâmico
Segundo a mídia alemã, o suspeito procurado pela polícia pelo ataque havia tentado anteriormente - sem sucesso - se juntar ao grupo Estado Islâmico. Fontes policiais dizem que Abdul B viajou para o Líbano em 2025 e foi preso ao retornar a Berlim. O jovem de 21 anos estava em detenção preventiva até maio de 2026 e tinha ordens de participar de um programa de desradicalização.
Dúvidas sobre número de atacantes
Segundo agências de notícia, ainda não está claro se havia apenas um atacante ou se outros estavam na van que colidiu com pessoas na marcha do Orgulho de Berlim na noite passada. As autoridades seguem investigando a dinâmica do ataque, enquanto a comunidade LGBT+ local e internacional reage com consternação ao ocorrido.
Impacto na segurança de eventos públicos
O ataque levanta questões sobre a segurança em grandes eventos públicos, especialmente aqueles voltados para minorias. Especialistas em segurança apontam que a prevenção de ataques como este exige monitoramento contínuo de suspeitos com histórico de radicalização, como Abdul B., que já estava sob vigilância antes do incidente. A falha em evitar o atropelamento, mesmo com o suspeito em programa de desradicalização, acende um alerta para as autoridades alemãs.
Reações oficiais e próximos passos
A polícia alemã continua as buscas intensas pelo suspeito, enquanto equipes de resgate prestam assistência aos feridos. O governo local deve reforçar a segurança em futuras edições do evento, e a investigação busca esclarecer se houve participação de outros envolvidos. A comunidade internacional acompanha o caso, que pode ter repercussões nas políticas de combate ao extremismo na Europa.
Perguntas Frequentes
Quem é o suspeito do ataque?
O suspeito é Abdul B., um jovem de 21 anos com supostas ligações com grupos islâmicos.
Onde ocorreu o ataque?
O ataque ocorreu no Tiergarten, principal parque de Berlim, durante a marcha do Orgulho LGBT+ no sábado (26).
Quantas pessoas foram feridas?
Ao menos 17 pessoas ficaram feridas, algumas delas esfaqueadas, e uma pessoa morreu.
O suspeito já tinha histórico com o Estado Islâmico?
Sim, segundo a mídia alemã, ele tentou se juntar ao grupo Estado Islâmico, sem sucesso.
Há outros suspeitos envolvidos?
Ainda não está claro se havia apenas um atacante ou se outros estavam na van.
Qual a situação do suspeito antes do ataque?
Abdul B. estava em detenção preventiva até maio de 2026 e tinha ordens de participar de um programa de desradicalização.