Economia

Flávio volta a defender mulher como vice e cita Daniella Marques entre outras opções

ResumoFlávio Bolsonaro defendeu novamente a escolha de uma mulher como vice-presidente em sua chapa, citando Daniella Marques entre as opções. A declaração visa ampliar o eleitorado feminino e diversificar a composição da candidatura, reforçando uma estratégia política para as próximas eleições.

Flávio Bolsonaro voltou a defender a escolha de uma mulher como vice-presidente em sua chapa, citando Daniella Marques entre as opções. A declaração reforça uma estratégia política que busca ampliar o eleitorado feminino e diversificar a composição da candidatura.

Rubens Athayde
Rubens Athayde Economista de mercado · 17 de julho de 2026
Flávio volta a defender mulher como vice e cita Daniella Marques entre outras opções

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a defender publicamente a escolha de uma mulher como vice-presidente em sua eventual chapa para as eleições de 2026. Em entrevista recente, ele citou nominalmente a ex-secretária de Política Econômica do Ministério da Economia, Daniella Marques, como uma das opções consideradas. A declaração reacende o debate sobre a estratégia de composição de chapa no campo conservador e os critérios que podem definir o nome escolhido.

Resposta direta: Flávio Bolsonaro defende que sua chapa presidencial tenha uma mulher como vice, citando Daniella Marques como uma das opções. A declaração foi feita em entrevista, onde destacou a importância de ampliar a representatividade feminina e fortalecer a candidatura com perfis técnicos e conservadores.

Por que Flávio Bolsonaro defende uma vice mulher?

A defesa de uma vice mulher por Flávio Bolsonaro não é novidade. O senador já havia sinalizado essa preferência em outras ocasiões, mas a citação de Daniella Marques trouxe concretude à especulação. A estratégia tem pelo menos dois pilares: ampliar o eleitorado feminino, que historicamente rejeita candidaturas conservadoras masculinas, e apresentar um perfil técnico que complemente a experiência política do cabeça de chapa.

Daniella Marques foi secretária de Política Econômica durante o governo Bolsonaro e é economista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela também atuou como assessora especial do Ministério da Economia. O nome dela é visto como uma ponte entre o núcleo político bolsonarista e o mercado financeiro, o que pode atrair setores moderados.

Quem é Daniella Marques?

Daniella Marques é economista e servidora pública federal. Durante o governo Bolsonaro, ocupou a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, cargo de alto escalão responsável por análises macroeconômicas e projeções fiscais. Ela também foi assessora especial do ministro Paulo Guedes. A trajetória dela é marcada por uma atuação técnica, com foco em reformas estruturais e responsabilidade fiscal.

Além de Daniella Marques, Flávio Bolsonaro mencionou que outras mulheres estão sendo avaliadas, mas não as nomeou. A escolha final, segundo ele, levará em conta "lealdade, competência e alinhamento ideológico". A citação de Daniella Marques, no entanto, é a mais concreta até agora.

Impacto político da escolha de uma vice mulher

A escolha de uma vice mulher pode ter efeitos significativos no cenário eleitoral. Pesquisas de opinião indicam que a rejeição ao ex-presidente Jair Bolsonaro é maior entre mulheres, e a presença de uma vice feminina pode ajudar a reduzir essa resistência. rejeição feminina a Bolsonaro Além disso, a estratégia busca diversificar a imagem da chapa, que seria composta por dois homens de perfil conservador.

Especialistas em marketing político apontam que a escolha de uma vice com perfil técnico, como Daniella Marques, pode sinalizar compromisso com a gestão econômica e a estabilidade fiscal, temas caros ao eleitorado de centro-direita.

Outras opções de vice no radar

Além de Daniella Marques, outros nomes circulam nos bastidores. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) são frequentemente mencionadas. No entanto, Flávio Bolsonaro não as citou na entrevista. A escolha final deve considerar não apenas o perfil eleitoral, mas também a capacidade de agregação de votos em estados estratégicos.

Cronograma da definição

A definição do nome da vice deve ocorrer até meados de 2026, quando as convenções partidárias são realizadas. Até lá, o nome de Daniella Marques continuará sendo testado em pesquisas internas e na opinião pública. A declaração de Flávio Bolsonaro funciona como um balão de ensaio para medir a reação do eleitorado e dos partidos aliados.

Perguntas Frequentes

Por que Flávio Bolsonaro quer uma vice mulher?

Para ampliar o eleitorado feminino e diversificar a composição da chapa, além de atrair setores moderados com um perfil técnico como o de Daniella Marques.

Daniella Marques aceitaria ser vice?

Até o momento, Daniella Marques não se manifestou publicamente sobre a possibilidade. Fontes próximas indicam que ela está aberta a conversas, mas aguarda uma definição oficial.

Quem mais pode ser vice de Flávio Bolsonaro?

Além de Daniella Marques, nomes como Damares Alves e Bia Kicis são cotados, mas não foram citados pelo senador.

Quando a vice será anunciada?

O anúncio deve ocorrer em 2026, durante as convenções partidárias, que geralmente acontecem entre julho e agosto do ano eleitoral.

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